
Nunca sei como me sentir ou o que fazer quando estou acuada.
mais na verdade eu sei exatamente o que eu tenho que fazer só não consigo admitir ou aceitar... me falta coragem para faze-lo.
vou adiantar-me e me manter em silencio.
Nada posso fazer pra impedir que a única coisa que me traz real segurança e esperança se vá... quem sabe para sempre.
A minha tão citada liberdade se encontra em asas nunca dantes usadas.
Os meus voos são planos, dependem das correntes de ar que por ali passam.
Em meio a minha zona de conforto, não enxergo que a única pessoa que pode me prejudicar sou eu mesma.
Fecho minha historia e minha vida para tudo.
Ergo a cabeça e caminho em passos apertados porem destemidos à uma realidade tão almejada e no entanto ainda mais temida.
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